Experiência de comportamento de divisão de sexo através de estigmas e do senso comum.
Recentemente quando chegava à sala da pedagoga no
presídio de Leopoldina para iniciar mais um dia de trabalho como professora
alfabetizadora, ela estava com um bilhete nas mãos e assustada e
ao mesmo tempo rindo, pois uma situação inédita para ela e os demais trabalhadores
presentes.
A secretaria havia feito separação das disciplinas e enfeitado com flores as paginas iniciais, pois era caderno daqueles do tipo brochura, porém os alunos arrancaram aquelas paginas
e em uma delas fizeram as seguintes solicitações:
“Não manda mais flores no caderno do prezo
...(assinatura)”
“Por gentileza não mande flores nos nossos cadernos
do sexo masculino, muito obrigado pela atenção. (assinatura)”
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